"Proposta para cidade no futuro. Para 100 anos (utopia)"
A minha proposta: Guimarães 2108.
No principio(950dc) foi bipolar.
Depois (1279dc) foi a unificação.
Com o Renascimento (1498dc) segue o Maneirismo e o Barroco (1750dc), dá-se o verdadeiro desenvolvimento urbano, continuando na planificação de raiz Pombalina extramuros.
Com o inicio do estado Novo (1926dc) apoiado no dinamismo industrial, vem o período de ampliação e renovação urbana. sendo marcante e estruturante.
Com a democracia (1974dc), com a adesão à União europeia (1986dc) e consequentemente o crescimento económico daí resultante, assistimos a uma grande expansão urbanistica e construtiva.
No final do milenium (1990dc), a expansão chega ao limite, no caos das periferias. Nas retenções politicas, estratégicas, do P.D.M.
No inicio do novo milenium (2007dc), as novas propostas de renovação e expansão urbana são lançadas para a discussão. Mais uma vez de forma estratégica - "5 Projectos".
Dos "5 Projectos", quatro renovam e reabilitam. Densificam até o "casco urbano" convencional. O que falta referir, é o único que propõe de raiz a criação de uma nova centralidade afastada do "casco urbano".
Do "bipolar" aos nossos dias, a cidade foi desenhada e construida sempre na "sombra e aconchego" do núcleo original. Prensada, densificada e sufocada até.
A uma distância temporal de 100 anos (2108dc), utópicamente se prevê: 1. O "bipolar" "unificadao", mantendo a "planificação de raiz" com "ampliação e renovação"; 2. A "grande expansão urbanistica" e construtiva, reaparece; 3. As "retenções politicas", desmontam-se; 4. As "novas propostas de renovação e expansão urbana", entretanto aplicadas e implementadas no terreno, entram em colapso.
A solução institucional: ocupação desregrada dos espaços, de valor urbanistico e imobiliário alto. aplicando-se a frase publicitária - " TERRA. Já Não se Fabrica".
A CIDADE NÃO SE CUMPRE, COMPRA-SE E TORNA-SE COMPRIDA. NÃO TERMINA. CONURBA.
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